Semiologia -> Saussure:
Pai da lingüística moderna, os tipos de signo são linguagens (surdos mudos, código Morse, sinalização de bandeiras, etc.). O signo é tudo aquilo que está no lugar de outra coisa, se não é possível mover o objeto existe uma maneira de representá-lo.
Os signos podem ser arbitrários, convencionais ou culturais, sendo respectivamente: signos que não possuem ligação obrigatória entre significado e significante, signos determinados a partir de um acordo, signos determinados através de uma cultura – não são universais.
Para Saussure, os signos possuem dupla face: significado e significante. O significado pode variar de acordo com a interpretação, competência, do sujeito. O significante é a parte material, o objeto em si.
Semiótica -> Pierce:
Signo é tudo aquilo que representa algo para alguém.
Signo -> interpretante -> objeto referente.
O interpretante é o sujeito que vai interpretar o signo.
Pierce dá mais importância para a imagem, ao contrário de Saussure que utiliza a linguagem. Divide os signos em três famílias: ícones são os signos que possuem maior relação de semelhança com o objeto (fotografias, desenhos, pinturas, vídeos), índice que indica algo (pistas, marcas) e símbolos que possuem uma relação de convenção com o objeto referente (caso de logomarcas, por exemplo).
Se uma pessoa (S1) olha para um objeto e cria um signo, no momento em que esta se expressar para outra pessoa (S2) esta pode criar um novo signo – mais desenvolvido, sofisticado. Cria-se um segundo signo a partir do primeiro, e o signo depende da sua relação com o referente.
Semiótica -> Barthes
Barthes analisa textos, linguagens e imagens, e a partir daí cria seu próprio conceito de semiótica. Busca estudar os signos na mídia, na publicidade, na cultura de massa. Diz que todas as mídias carregam uma ideologia que todos deveriam ser capazes de perceber. Fala sobre a conotação e sobre a denotação. Segundo Barthes, a mídia naturaliza a história, ou seja: faz com que o que o próprio homem cria seja visto como se fosse algo criado pela natureza. Ficção vista como realidade, por exemplo, e então surgem os mitos.
Denotação é o significado primário (semiótica denotativa), é o sentido literal dado pelo dicionário, por uma descrição – é o sentido dado ao pé da letra.
Conotação é a imagem que tu cria a partir de uma interpretação, é o sentido figurado e subjetivo. A semiótica conotativa é o signo secundário. O signo primário se torna a expressão de um outro signo, tornando-se um signo secundário.
ERC
Expressão em Relação a um Conteúdo
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