E uma hora termina. Fecham-se as cortinas, as máscaras e as maquiagens removidas. Aplausos e vaias. Personagens de sucesso, figurantes indiferentes. Quem escreve a história? Um pouco você, outro pouco o improviso, o acaso, o inesperado - destino, se assim preferir chamar.
Então vá, escreva sua história. Monta sua trama. Escolha seus papéis, o figurino. E use o meu corpo como palco, cenário, base. Assim serei eterna - mesmo que apenas nas lembranças de primeiro palco que pisaste sem receio do final do espetáculo. Lembrança do primeiro palco, primeiro contato cru com emoções, aflições, tensões, prazeres, desafios e superações.
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